sábado, 27 de junho de 2015

Copa de 2018 Será na Rússia‎

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  • terça-feira, 11 de novembro de 2014

    Dunga faz novos testes contra a Turquia

    Dunga admitiu que, com Luiz Adriano, centroavante, a seleção muda seu estilo em relação às últimas atuações, quando Diego Tardelli atuou na equipe

    BERNARDO ITRI
    Da Folhapress – Estambul, Turquia
    Embora tenha fechado a maior parte do treino de ontem, Dunga confirmou a escalação da seleção que vai enfrentar a Turquia hoje, no estádio do Fenerbhaçe, às 20h30 local (16h30 de Brasília). O treinador colocou Diego Alves, do Valencia, como titular do gol, e Luiz Adriano, do Shakhtar, para atuar no ataque ao lado de Neymar.

    ESCALAÇÃO

    O time que entra em campo contra a Turquia será: Diego Alves, Danilo, Miranda, David Luiz e Filipe Luís; Luiz Gustavo, Fernandinho, Oscar e Willian; Neymar e Luiz Adriano.

    Dunga admitiu que, com Luiz Adriano, centroavante, a seleção muda seu estilo em relação às últimas atuações, quando Diego Tardelli atuou na equipe.

    "O time fica com uma característica diferente. Na sua equipe [Shakhtar], ele joga mais fixo. Ele tem que se adaptar a essa forma. É um modo de testarmos de jogar com um jogador mais centralizado. Mas no futebol de hoje o jogador tem que ter movimentação para não ficar fácil de ser marcado", argumentou Dunga em entrevista realizada no estádio do Fenerbahçe, local da partida de amanhã.

    COMPETITIVIDADE

    O técnico Dunga tem pregado a seus convocados uma competitividade interna por quem vai continuar na seleção. Ele passa aos atletas que há muita concorrência interna, dentro do próprio grupo de convocados, e fora, entre os atletas que desejam ser convocados para a seleção.

    "Todo mundo vai ter oportunidade. Ninguém vem garantido na seleção brasileira. Temos que criar essa competitividade internamente", afirmou Dunga em entrevista após último treino da seleção antes do jogo contra a Turquia, marcado para hoje.

    QUALIDADE

    "A gente ouve muito falar sobre a qualidade dos jogadores. Falamos para eles olharem ao seu lado: quantos jogadores estão aqui e quantos não estão querendo estar. Temos que criar essa competitividade interna sadia", completou o treinador.

    Dunga, desta vez, chamou 23 jogadores que atuam fora do Brasil. E diz que vai manter o radar ligado para as próximas convocações. "Vamos continuar observando. É bom sempre ter várias opções", argumentou.

    FEMININA

    O técnico da Seleção Brasileira feminina, Vadão, anunciou ontem a lista com as 20 convocadas para o amistosos contra a França, no dia 26, em Lyon. O confronto serve como preparação para o Torneio Internacional de Brasília, que acontece em dezembro.

    Como de costume, o principal nome da relação divulgada pelo treinador brasileiro foi o de Marta, que atua no FC Rosengard, da Suécia. Além da meia, dez jogadores que conquistaram a Copa América recentemente foram chamadas: a goleira Luciana, Fabiana, Tamires, Tayla, Mônica, Maurine, Thaisa, Andressinha, Raquel e Darlene.


    sábado, 8 de novembro de 2014

    Seminário de Proteção em Grandes Eventos

    Brasília – O Exército Brasileiro realizou, nos dias 29 e 30 de outubro, o Seminário de Proteção em Grandes Eventos. O objetivo foi aproximar o público especializado, a indústria de defesa e, em especial, as autoridades militares britânicas e brasileiras. Durante os dois dias, ocorreu o intercâmbio de experiências na proteção em grandes eventos – Jogos Olímpicos de Londres 2012, Copa das Confederações 2013 e Copa do Mundo 2014 – visando à preparação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro de 2016.
    A abertura do evento foi realizada pelo Comandante do Exército, General de Exército Enzo Martins Peri, e prestigiada pelo Embaixador do Reino Unido, Sr Alex Ellis, integrantes do Alto-Comando do Exército, oficiais-generais da Guarnição de Brasília, convidados civis e militares.
    Além do intercâmbio do tema, simultaneamente ao seminário, ocorreu uma feira de materiais de defesa com a participação de 46 empresas americanas, brasileiras e britânicas, com equipamentos que poderão ser utilizados pelas Forças Armadas brasileiras e órgãos de segurança pública do País durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

    FONTE: NOTICIÁRIO DO EXÉRCITO ;

    domingo, 13 de julho de 2014

    Alemanha vence o quarto título mundial e se iguala à Itália






    Mario Götze marca no fim e equipe de Joachim Löw chega ao tetracampeonato, atrás apenas da Seleção Brasileira
    Com a vitória alemã sobre a Argentina, por 1 a 0, gol marcado na prorrogação por Mario Götze, de 22 anos, a Alemanha chegou ao tetracampeonato e se igualou à Itália como a segunda maior vencedora em Copas. O primeiro lugar segue com o Brasil, que em 2002 colocou a quinta estrela na camisa.

    Algumas curiosidades envolvem o título alemão. A principal delas deixa a estatística de lado e tem um quê de superstição. As três seleções que conquistaram quatro títulos mundiais o fizeram exatamente 24 anos depois do tricampeonato, Brasil, em 70 e 94, Itália, em 82 e 2006 e Alemanha, em 90 e 2014.

    Além disso, é o primeiro tetracampeonato conquistado sem pênaltis, já que Brasil e Itália chegaram a tal feito, nos pênaltis, em 1994 e 2006, respectivamente. Também, esta, foi a primeira vez pela primeira vez que uma Copa realizada na América teve como campeão uma seleção europeia.

    Nas sete edições anteriores realizadas no continente, o Uruguai venceu em 1930 (no Uruguai) e em 1950 (no Brasil), o Brasil em 1962 (no Chile), 1970 (no México) e 1994 (nos Estados Unidos), e a a Argentina em 1978 (na Argentina) e em 1986 (no México).

    Até a Copa de 2010, quando a Espanha venceu na África do Sul, os europeus nunca haviam vencido fora da Europa também.

    Lista dos títulos em Copas do Mundo:

    Brasil - 5 títulos
    Itália e Alemanha - 4 títulos
    Argentina e Uruguai - 2 títulos
    França, Inglaterra e Espanha - 1 título

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    sábado, 12 de julho de 2014

    Brasil despreza perdão da torcida, perde outra e sai da Copa vaiado

    William Correia, enviado especialBrasília (DF)
    O dono da festa saiu dela envergonhado. ASeleção Brasileira, que imaginava poder ser hexacampeã na Copa do Mundo que sedia, não conseguiu nem manter o perdão que recebeu da torcida neste sábado. O time montado por Luiz Felipe Scolari foi incapaz de terminar o torneio com o terceiro lugar e voltou a ter motivo para indignar quem esteve no Mané Garrincha ao perder da Holanda por 3 a 0 neste sábado.
    A torcida que foi gritou “pentacampeão” e aplaudiu a equipe no início do jogo, só não desculpando Felipão pela humilhante derrota por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal. Mas acabou ampliando a vaia para todos que vestiam verde e amarelo no gramado e percebeu que, sem nada a comemorar no presente, foi necessário recorrer ao passado, terminando o Mundial lembrando que só Pelé fez mil gols. Jô, substituto do criticado Fred em Brasília, não está nem chegará perto disso na carreira.
    Os novos motivos para protestos não demoraram a aparecer. Antes dos dois minutos, o Brasilnão tinha conseguido dominar a bola quando Robben venceu disputa pelo alto e tabelou com Van Persie para ser agarrado perto da área por Thiago Silva. Como nada dá certo para os anfitriões, o árbitro deu pênalti, que Van Persie converteu. Ainda no primeiro tempo, David Luiz tentou afastar cruzamento de De Guzmán, em posição duvidosa, e acabou ajeitando para Blind, completamente livre, fazer 2 a 0 aos 16 minutos.
    A partir daí, o que se viu foi mais uma atuação vexatória pela qualidade dos comandados de Scolari, que ainda sofreram o terceiro gol nos instantes finais da partida. Não foi humilhante como uma goleada, mas serão raros os brasileiros que não saíram do estádio nesta noite sem se sentir envergonhado.
    Djalma Vassão/Gazeta Press
    Torcida demonstrou apoio e teve mais uma decepção na despedida da Seleção da Copa do Mundo
    O jogo – Antes do apito inicial, os torcedores que estiveram no Mané Garrincha só não perdoaram Felipão, e o técnico resolveu poupar muitos dos que passaram vergonha no Mineirão na terça-feira. Dante, Marcelo, Fernandinho, Bernard, Hulk e Fred ficaram no banco. Além da volta de Thiago Silva, após cumprir suspensão, Maxwell pôde, enfim, estrear em um Mundial, com Paulinho, Ramires, Willian e Jô completando a lista de novidades.
    A Holanda, por sua vez, ficou desfalcada já no aquecimento, quando Sneijder sentiu dores na coxa direita. Mas, contra o Brasil, o time laranja não precisava de seu camisa 10. Mesmo o marcador De Guzmán, que entrou no seu lugar, e o contestado Clasie eram suficientes para dar suporte a Robben e Van Persie na briga pelo terceiro lugar.
    Os europeus deram a saída de bola e, durante um minuto, o Brasil só tocou na bola em duas cabeçadas de David Luiz para a lateral. Até que o goleiro Cillessen deu um chutão que Robben desviou de cabeça e logo correu para Van Persie o colocar livre em direção à grande área. Thiago Silva precisou agarrá-lo, fora da área, e o árbitro viu pênalti, mas abriu mão de expulsar o capitão brasileiro por impedir uma clara chance de gol. Van Persie converteu.
    A facilidade que Robben teve no lance foi resultado do desespero da Seleção, frágil também psicologicamente, em marcar a saída de bola. Com o gol sofrido, o Brasil só aumentou a apreensão e quase empatou quando Oscar cruzou e Jô e Ramires não alcançaram na pequena área. Mas o 3-5-2 holandês logo controlou o jogo e passou a marcar os donos da casa em seu campo.
    Oscar se mexia entre as intermediárias, buscava o jogo, mas errava ao procurar Maxwell. Além de não marcar bem, o lateral esquerdo provou por que ainda não tinha atuado na Copa, errando tudo na frente. Maicon resolveu ser opção do outro lado para ajudar Ramires e, assim, deu a Holanda tudo que ela queria.
    Os comandados de Louis Van Gaal trocaram passes envolvendo quase todos os seus jogadores aos 16 minutos até que Robben lançou De Guzmán, em posição duvidosa, para cruzar na pequena área. David Luiz quis afastar de cabeça, mas ajeitou para o canhoto Blind, completamente desmarcado na marca do pênalti, dominar e ter tempo de ajeitar o corpo para balançar as redes chutando de direita.
    Djalma Vassão/Gazeta Press
    Robben levou ampla vantagem sobre os marcadores brasileiros no estádio Mané Garrincha
    A primeira reação ao medo de outro vexame se deu em David Luiz, tido como líder do elenco e que, como já tinha tentado fazer com o alemão Thomas Muller no Mineirão, também buscou agredir um adversário neste sábado. No Mané Garrincha, o alvo foi o holandês Clasie, que recebeu uma tesoura. Mas o zagueiro brasileiro, mesmo descontrolado, era também o único a acionar o ataque, mas sem qualidade, com chutões para frente.
    A partir dos 20 minutos do primeiro tempo, as vaias foram aparecendo e crescendo, embora parte do estádio ainda tentasse apoiar. Mas era inútil. Até o zagueiro De Vrij ia ao ataque e driblava quem quisesse, como quisesse. Assim, De Guzmán ainda levou perigo em finalização aos 29.
    Antes do fim do primeiro tempo, Maxweel provou que também pode ser perigoso para o adversário ao dar cotovelada acidental que fez a cabeça de Kuyt sangrar. O Brasil, ao menos, não levou cinco gols em 29 minutos, como na terça-feira. Uma possível evolução, mas insuficiente para impedir que as vaias tomassem conta do Mané Garrincha no intervalo.
    Felipão quis dar mais dinâmica ao time, trocando Luiz Gustavo por Fernandinho, mas o volante só apareceu cometendo faltas. Tentou, então, Hernanes no lugar de Paulinho, e mais uma vez viu alguém sair de seu banco de reservas nervoso demais e acertando canelas.
    O Brasil não conseguiu nem se aproveitar do cansaço de um adversário que, diferentemente do anfitrião, jogou 30 minutos de prorrogação um dia após o vexame verde e amarelo. Hulk foi a última tentativa de Scolari dar a torcida, ao menos, um gol. O brasileiro, na verdade, espera que tenha sido a sua derradeira substituição como técnico da Seleção.
    No último minuto do tempo regulamentar, a seleção holandesa chegou ao terceiro gol. Janmaat recebeu de Robben pela direita e cruzou para conclusão certeira de Wijnaldum. O técnico Louis Van Gaal ainda tirou o goleiro Cillessen nos acréscimos para dar ao reserva Vorm o gosto de vencer em campo os inofensivos donos da casa.